MADEIRA E TINTA, ILHÉUS CIDADE DE POUCOS...
Um funcionário da secretaria de serviços urbanos fez chegar ao Blog do Gusmão uma carta anônima com acusações ao senhor Carlos Freitas, titular da pasta.
A carta não veio acompanhada de provas cabais, mas por se tratar de um assunto de interesse público, resolvemos publicá-la, para que a prefeitura, o ministério público e a câmara de vereadores possam fazer a investigação e apurar a veracidade, ou não, dos fatos narrados.
Segundo a carta, Freitas teria vendido vários metros cúbicos de madeira (vinhático) doada pelo IBAMA à prefeitura, para um comerciante da cidade, conhecido como “Galego”. Outra parte teria sido usada na fabricação de móveis para a casa do secretário, localizada na Ladeira da Vitória, centro de Ilhéus.
Outra denúncia insinua que Carlos Freitas teria utilizado parte de uma tinta verde, comprada pela prefeitura e usada na reforma da Concha Acústica de Ilhéus, para pintar um apartamento de sua propriedade na Avenida Itabuna.
Gusmão
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